Informativo FEHOESG NOTÍCIAS

Fehoesg Notícias Nº 90

FEHOESG NOTÍCIAS
Informativo da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e  Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás
Ano 6 Nº 90 Março/2019

 

 

Carlos Alberto Ximenes, Salomão Rodrigues Filho e Christiane Valle assumem diretoria da CNSaúde

 


Em uma solenidade realizada em Brasília, a nova diretoria Confederação Nacional de Saúde, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), entidade que congrega a Fehoesg e Federações da área da saúde do Paraná, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além da Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde e de 91 sindicatos, foi empossada, no dia 26 de março, para a gestão 2019/2021.


A nova diretoria, que tem na presidência o médico Breno de Figueiredo Monteiro, conta com a participação expressiva de representantes de Goiás, também empossados. O Diretor de Relações com Operadoras de Planos de Saúde da Fehoesg, médico Salomão Rodrigues Filho, é vice-presidência da CNSaúde. A presidente do Sindilabs e vice-presidente da Fehoesg, biomédica Christiane Maria do Valle Santos, assumiu a nova diretoria financeira adjunta e o médico e presidente da Fehoesg e do Sindimagem, Carlos, Aberto Ximenes, é diretor suplente da confederação.

A presença de representantes de Goiás na diretoria fortalece a importância do Estado no cenário nacional da prestação de serviços de saúde e mostra o reconhecimento do trabalho das entidades goianas. A CNSaúde foi criada há 25 anos para unificar as entidades de classe dos segmentos empresariais da saúde, com o objetivo de criar uma representação nacional única, forte e vigilante, para a melhor defesa dos interesses das categorias por ela representadas, junto aos poderes executivo, legislativo e judiciário.

 

Médicos reforçam a importância do diálogo na saúde suplementar

A construção de parcerias e o fortalecimento do diálogo podem ser soluções para o Sistema de Saúde Suplementar. Esta foi a tônica dos debates realizados na segunda edição do Fórum da Comissão de Saúde Suplementar, que aconteceu em Brasília, no dia 27 de março. Promovido pela Comissão de Saúde Suplementar (Comsu) do Conselho Federal de Medicina (CFM), o evento reuniu médicos de todo o Brasil, que debateram os desafios e perspectivas de avanço na área.


Durante a solenidade de abertura, o presidente do CFM enfatizou o papel da autarquia na defesa do médico como prestador de serviço essencial ao funcionamento dos planos de saúde. “Entendemos ser fundamental que esse sistema funcione com base em lastros técnicos e éticos, garantindo a preservação de princípios como o sigilo das informações e o respeito à autonomia dos pacientes. De modo complementar, defendemos que o médico seja um profissional valorizado, que receba honorários justos, tenha condições de trabalho adequadas e também que receba o devido respeito das operadoras às suas decisões nos processos de diagnóstico e tratamento de doenças”.
 

Coordenador do Comsu, o médico Salomão Rodrigues reforçou a importância do diálogo como um dos caminhos para o fortalecimento deste setor tão importante para milhões de famílias brasileiras. “O médico tem um papel extremamente importante neste segmento, não apenas na assistência, mas também como auditor dos planos de saúde. Precisamos defender permanentemente o equilíbrio e a harmonia entre os protagonistas da saúde suplementar. Só isso trará a necessária estabilidade do sistema, melhorando a qualidade dos serviços assistenciais”, pontuou. Atualmente, cerca de 47 milhões de brasileiros (25% da população) possuem planos de assistência médica. Em 2018, o segmento movimentou mais de R$ 150 bilhões.


Judicialização na saúde cresce 130% no país, mostra estudo


Um relatório sobre a judicialização na saúde aponta crescimento de aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância entre 2008 e 2017. A pesquisa, encomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário, foi apresentada no dia 18 em São Paulo.

Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país. Outros assuntos levados ao Judiciário nessa última década foram os pedidos de seguro em saúde (21,1%), saúde pública (11,7%), o tratamento médico-hospitalar ou fornecimento de medicamentos (7,8%) e fornecimento de medicamentos (5,6%). Na segunda instância, planos de saúde respondem por 38,4% e seguro, por 24,7%. Na primeira instância, são saúde pública (23%), planos de saúde (22,8%) e seguro (14%).

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que o país lida, no Sistema Único de Saúde (SUS), com a judicialização de acesso pontual “de medicamentos que estão na rede nacional, de uma quantidade enorme de pequenas cirurgias, que são frutos da desorganização do sistema, falta de informatização e subfinanciamento”.

Segundo Mandetta, a judicialização que preocupa é a incorporação de novos insumos e tecnologias, tanto no sistema público, como no suplementar. O país fez, recentemente, a sua primeira incorporação de medicamento com compartilhamento de risco, ou seja, quando o laboratório precisa comprovar a eficácia do remédio distribuído à população, sob risco de devolver o recurso aos cofres públicos. “O Brasil está atrasado nas incorporações”, disse. Leia mais.

 

Imas e SUS: Prestadores de serviços de saúde denunciam tentativa de calote
 

Vice-presidente do Sindicato dos Laboratórios de Análises e Banco de Sangue do Estado Goiás (Sindilabs) e diretor da Fehoesg, o médico Antônio César Teixeira, ocupou a tribuna da Câmara Municipal de Goiânia no dia 28 de fevereiro para denunciar o que classifica como tentativa de calote institucionalizado pela prefeitura da capital.

A denúncia faz referência ao projeto de lei encaminhado aos vereadores pelo prefeito Iris Rezende (MDB) e que autoriza a prefeitura a renegociar com credores o pagamento de dívidas vencidas em 2017 e parte de 2016. A negociação proposta no projeto em tramitação inclui um corte de 30% nos valores devidos aos hospitais, laboratórios, bancos de sangue, clínicas de imagem e demais estabelecimentos de serviços de saúde goianienses que aderirem à proposta e a quitação do valor restante em 24 parcelas iguais a serem pagas até 2020. A dívida é referente a serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas).

“Trata-se de um calote”, afirmou Antônio César, ressaltando que recursos para o pagamento de serviços prestados ao SUS já foram repassados ao município pelo Governo Federal e o dinheiro para a quitação das faturas do Imas já foi descontado dos servidores municipais por meio das contribuições mensais e coparticipações. O médico enfatizou que a tabela de remuneração do SUS está há 15 anos sem reajuste e a tabela do Imas não tem aumento há cinco anos. Leia mais.

 

Médicos devem ficar atentos ao preenchimento de CID em atestados
 

Os médicos que forem inserir informações da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) nos atestados médicos devem ficar atentos ao preenchimento do documento.

Com a entrada em vigor do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial), as empresas devem entregar os atestados com a identificação completa da CID, ou seja, com quatro dígitos, sendo uma letra, dois números principais e um número secundário. O preenchimento incompleto da CID leva à recusa do atestado pelo eSocial.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) orienta os médicos a ficarem atentos a essa exigência, mas ressalta que a inserção da CID no atestado só pode ser feita com a anuência do paciente ou de seu representante legal, de acordo com a Resolução CFM número 1658/2002.

 Vacinação Contra Influenza começa no dia 10 e profissionais de saúde devem se vacinar entre 22 e 26 de abril


A Campanha de Vacinação Contra Influenza 2019 começa no dia 10 de abril e segue até 31 de maio. A expectativa da Secretaria Estadual de Saúde e Secretarias Municipais de Saúde de Goiás é que mais de 1,6 milhão de pessoas sejam vacinadas em todo o Estado.

O Dia D da campanha acontecerá em 4 de maio, quando haverá uma grande mobilização para a vacinação em massa do público-alvo. Antes desta data, os grupos prioritários devem seguir o cronograma dos órgãos de saúde, que prevê a imunização dos profissionais da área entre os dias 22 e 26 de abril.

Confira o cronograma e procure um posto de vacinação:

10 a 18/04: Gestantes, puérperas e crianças
22 a 26/04: Trabalhadores da saúde
29 a 03/05: Idosos
04/05: Dia “D” Todos os grupos prioritários
06 a 10/05: Comorbidades
13 a 17/05: Professores
20 a 31/05: População privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional e todos os grupos prioritários.

 



SINDICATOS FEDERADOS DA FEHOESG
Sindimagem (Sindicato das Clínicas Radiológicas, Ultrassonografia, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear e Radioterapia no Estado de Goiás)
Sindilabs (Sindicato dos Laboratórios de Análises e Bancos de Sangue do Estado de Goiás)
Sindhoesg (Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás)
Sindhospi (Sindicato dos Hospitais de Iporá e Região)
Shoclesan (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Anápolis).

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Informativo da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás
Ano 6 Nº 90 Março/2019
Rua 24, 202, Centro – Goiânia (GO) - Fone (62) 3093 4309
Presidente: Dr. Carlos Alberto Ximenes
Jornalista Responsável: Rosane Rodrigues da Cunha - MTb 764/JP-GO
imprensa@fehoesg.org.br (62) 9 9903 0935
www.fehoesg.org.br

 


Assessoria de Comunicação - Fehoesg - 03/04/2019

 

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